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Show Brincos – de Rosa Reis

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DIA 20 DE NOVEMBRO

Show BRINCOS
de Rosa Reis
R$: 10,00
Local: Espaço Cultural Terreirão do Mundaréu
Rua Domingos Nascimento, 149 – São Francisco
Inf. 41-9623-6796

Rosa Reis é cantora, toca caixa do Divino Espírito Santo, zabumba e berimbau e apresenta um trabalho com a música feita no Maranhão, do tradicional aos compositores mais novos.
Nascida na cidade de São Luís, onde reside e desenvolve trabalhos culturais nas áreas de música, teatro, dança e produção cultural.
Tem 04 cd’s gravados: “Pajelança” , “Balaio de Rosas”, “Alecrim Cheiroso” e “Brincos” lançados respectivamente nos anos de 1997, 2001, 2004 e 2009. O CD “Brincos” teve o patrocínio da Funarte através do Projeto Pixinguinha, sendo lançado em várias cidades do Estado do Maranhão.
Participou da Caravana do Projeto Pixinguinha em 2005 apresentando shows em Brasília, Anápolis, São Luís, Belém, Santarém, Macapá, Manaus e Boa Vista.

Rosa Reis também é produtora cultural e integrante dos espetáculos realizados pelo Laborarte: “Cacuriá de Dona Teté”, “Tambor de Crioula do Laborarte”; “Auto da Estrela Esperança” e “Te Gruda no meu Fofão”.

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CHEGADIM – 17 de Novembro

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É o show do primeiro cd solo e autoral de Itaercio Rocha, um projeto que tem base na vivência deste artista maranhense junto à cultura popular brasileira, que há mais de 30 anos desenvolve trabalhos como cantor, dançarino, ator, diretor e arte-educador.

Itaercio mescla em seu repertório composições autorais e arranjos originais para canções de seus parceiros e ainda outros compositores como Luís Gonzaga. Através de seu canto expressivo e sua voz visceral, interpreta gêneros diversos como côco, ciranda, bumba-boi, afoxé e cacuriá, num caldeirão sonoro bem eclético que espelha sua trajetória de andanças e artes Brasil afora.

 

Itaercio Rocha, Ângelo Passos, Carlinhos Ferraz e Du Gomide

Produção Executiva: Nego Chico Produções Artísticas

Diretor de Produção: Eduardo Schotten

Local: Teatro SESC da Esquina – Visconde do Rio Branco, 969

17/11/2011

Horário: 20hs

Comerciários – 3,00

Estudantes, professores, idosos – 6,00

Não Comerciários – 12,00

Cacuriá de Dona Teté em Curitiba

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Projeto Vamos Ca-curiá Brasil!

16/11 – 18hs – Oficina de Cacuriá – Local: Espaço Cultural Terreirão do Mundaréu| GRATUITO

17/11 – 14hs – Oficina de Tambor de Crioula – Local: Espaço Cultural Terreirão do Mundaréu| GRATUITO

18/11 – 15hs – Bate-Papo com Grupo Cacuriá de Dona Teté | GRATUITO

18/11 – Abertura da casa as 22hs – Show Cacuriá de Dona Teté e Mundaréu – Local: Espaço NovoVasquinho – R$: 20,00 | R$: 15,00 c/ Bônus (imprima aqui)

20/11 – 20hs – Show Rosa Reis – Local: Espaço Cultural Terreirão do Mundaréu – R$: 10,00

Serão quatro dias entre oficinas e espetáculos promovendo o intercâmbio entre o Norte e o Sul do Brasil

Contemplado pelo Prêmio Klauss Vianna de Dança, do Ministério da Cultura, para circulação nacional, o Projeto Vamos Ca-curiá Brasil! chega a Curitiba, e trás atividades – oficinas e shows – nos dias 16, 17, 18 e 20. O objetivo do projeto é promover o intercâmbio e a divulgação da arte popular do Maranhão através do espetáculo de dança popular Cacuriá de Dona Teté nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.

Nos dias 16 e 17, quarta e quinta feira, as oficinas de Cacuriá e Tambor de Crioula preenchem o calendário do Terreirão do Mundaréu, na sexta-feira, 18, o grupo Cacuriá de Dona Teté se apresenta no Espaço Novo Vasquinho, e fechando a programação do grupo em Curitiba, no sábado, 20, a cantora integrante da trupe, Rosa Reis, com sua caixa do Divino Espírito Santo, zabumba e berimbau, apresenta o trabalho feito com a música maranhense, do tradicional aos compositores mais novos também no Terreirão do Mundaréu.

O Projeto

O Cacuriá de Dona Teté trás nesta apresentação 20 dos seus 40 integrantes, mas sem perder a qualidade e o brilho do Cacuriá,  dança contagiante, tipicamente maranhense, que foi criada sob influências da Festa do Divino Espírito Santo. Em 1986 o Laborarte, grupo artístico alternativo, decidiu montar um “cacuriá”, e convidou a caixeira e rezadeira popular Almerice da Silva Santos, conhecida como Dona Teté, para desenvolverem juntos uma pesquisa que culminaria na criação do espetáculo Cacuriá de Dona Teté.

Durante o processo de criação do espetáculo o grupo Laborarte buscou elementos característicos que originaram da dança, identificar e expressar a teatralidade, a sensualidade latente da brincadeira, explorando o ritmo, o movimento dos quadris e a letra das canções, criando então uma identidade única que conquistou o público maranhense e de outras regiões.

O espetáculo Cacuriá de D. Teté é hoje considerado a maior expressão dessa manifestação folclórica, tem 25 anos de existência, com um disco de vinil e três cd’s gravados.

A Dona Teté tem hoje 87 anos e é a grande dama da cultura popular maranhense, responsável por tornar o cacuriá um dos símbolos de nossa identidade cultural, é também caixeira do Divino Espírito Santo, reza ladainhas, é coreira de tambor de crioula e participa de espetáculos de teatro. É uma artista conhecida e respeitada nacionalmente. No ano de 2006, foi reconhecida por seus feitos na cultura popular maranhense com a premiação da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República, a maior honraria no setor da cultura.

O Labortarte é um grupo artístico independente, que completará 40 anos de existência em 2012. Propõe-se, através da produção artística, a contribuir com o processo de transformação social brasileira, desenvolvendo sua ação basicamente no Maranhão. O seu produto artístico desde a sua pesquisa e elaboração está integralmente voltado para a realidade cultural do povo.

O grupo está sediado num casarão colonial no centro de São Luis, e tem um calendário de ações culturais permanentes, como, a realização de oficinas, produção de eventos e espetáculos próprios, produção de festas em datas comemorativas e mantém uma escola de capoeira angola.

Atualmente é Ponto de Cultura conveniado ao Ministério da Cultura.

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Aula aberta de Técnica de Alexander

Com Vinícius Azevedo

Local: Espaço Cultural Terreirão do Mundaréu

Agosto pra Cultura

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Agosto pra cultura

Neste sábado – 27 de Agosto a partir das 16hs

Entrada R$: 7,00

 

 

O grupo capoeira angola resistência e arte, muito requisitado no mês de agosto para apresentações em escolas e eventos culturais, criam o projeto agosto pra cultura, uma vontade do grupo capoeira angola resistência e arte, representado por seu coordenador Carlinhos Ferraz, de conhecer, valorizar e confraternizar com outros grupos de Curitiba e região, que também desenvolvem trabalhos com a cultura brasileira. Uma grande festa para resgatar o brincar, dançar e o cantar juntos!

O projeto está na IV edição e vem para convidar a todos os brincantes, curiosos, tímidos de todas as “tribos” para celebrar nossa cultura aqui e agora.

 Lembramos do passado, vivendo o presente para saber quem somos no futuro!

 

 

Mundaréu e Andre Abujamra – dia 14/08 – CANCELADO

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SHOW “Mundaréu + André Abujamra” CANCELADO

ATENÇÃO!!!

O SHOW DO DIA 14 DE AGOSTO FOI CANCELADO POR QUESTÕES ESTRUTURAIS.

mais informações com os organizadores (?) do evento no site abaixo.

Site do evento: http://culturapopularceupr.blogspot.com

Mundaréu + Coco Raízes de Arcoverde

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Mundaréu convida Samba Coco Raízes de Arcoverde

22 de Julho de 2011

Com influência de elementos das culturas indígena e negra, o Samba de Coco Raízes de Arcoverde é um retrato da poesia do sertão e do regionalismo nordestino. Formado  em 1992 por Lula Calixto e pelas irmãs Lopes, o grupo passou a ser conhecido do público a partir de 1996, quando rompeu as barreiras da pequena cidade de Pernambuco e passou a se apresentar Brasil afora e no exterior. Já se apresentaram na Bélgica, na França e na Itália.

Lula Calixto nasceu em Sertânia, no sertão pernambucano. Chegou à Arcoverde, também na Zona da Mata pernambucana, em 1952, aos oito anos de idade. Ao longo de sua vida, teve contato com vários coquistas, principalmente de Alagoas e do Maranhão. A sonoridade percussiva do Samba de Coco Raízes de Arcoverde representa o coco trupé, desenvolvido por Calixto a partir de suas vivências musicais, e consiste em uma rápida e forte batida dos pés no chão com tamancos  de madeira, usados como instrumento percussivo. O xaxado e o samba de roda são outras manifestações presentes na dança e na música do grupo, marcados pelo triângulo, pelo surdo e pelo pandeiro, que dão tônus ao ritmo do Samba de Coco Raízes de Arcoverde.

Nas letras das canções, a simplicidade e mensagens positivas embalam, de maneira divertida, o som frenético do coco ritmado. O recorte cultural do trabalho autoral é seletivo e original, uma vez que o som produzido e divulgado pelo grupo foge dos padrões estilizados de coco e música nordestina em geral.

Em 2002, sai o primeiro cd da trupe, com nome homônimo e, em 2004, é lançado o segundo disco, intitulado Godê Pavão. Contemplado com o prêmio Culturas Populares 2009, promovido pelo Ministério da Cultura, o grupo teve, recentemente, a gravação de seu terceiro CD provado em um edital da Funarte. O disco tem previsão de lançamento para este ano.

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