Soc. Treze de Maio – 121 anos de Memória

12 05 2009

Soc. Treze de Maio

Sociedade Treze de Maio
121 anos de memória
por Caroline Lipca

Comemorar 121 anos não é tarefa fácil para nenhum espaço cultural. Ainda mais quando o trabalho de existir faz-se do ato de resistir. Sobreviver às pressões sociais, ao abandono da História e ao pouco caso do poder público com alegria é construir uma vida com garra. E é assim que a Sociedade Treze de Maio comemora mais um ano de brava luta para manter abertas suas portas: celebrando sua memória.

Foi no Boulevard São Francisco, em meio à vielas do Largo da Ordem e ao mito do Paraná sem escravidão, que a Treze de Maio teve sua fundação.  Nascida como Clube, a Sociedade foi concretizada em junho de 1888. Somente mais tarde, passou-se a comemorar sua fundação na data que a casa carrega no nome.

Ponto de referência para 99% dos libertos, nas salas da Treze de Maio os associados dividiam seu tempo entre tarefas administrativas, assistência aos irmãos necessitados e organização de eventos -  como as celebrações em homenagem à N. Senhora da Conceição e S. Benedito.

Apesar das dificuldades financeiras e da invisibilidade à qual a Sociedade Treze de Maio foi relegada por muitos anos, a casa resiste como espaço cultural. E hoje, com muita dificuldade, a presidência e os fiéis colaboradores tentam preservar seu valor histórico.

Assim, é com a mesma garra e alegria com que a casa se manteve até hoje, que neste 13 de maio de 2009 a Sociedade Treze de Maio convida toda a população curitibana para a tradicional comemoração de sua data de sua fundação.

Venha conhecer um pouco mais da história de Curitiba, da memória de uma luta cujas vitórias merecem ser comemoradas.

Venha prestigiar e comemorar
121 anos de história e tradição.

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PROGRAMAÇÃO
17h . Missa na Igreja do Rosário (Largo da Ordem)
18h . Associação Capoeira Angola Dobrada e Concentração para a saída de Afoxé
18h45 . Saída de Afoxé (da Igreja para a Sociedade)
19h45 .  Chegada do Afoxé à Sociedade
20h . Coletivo de Berimbaus com Grupo Resistência e Arte
20h45 . Dança dos Orixás com Grupo Obatalá (Ile Ase Aira Kiniba)
21h20 . Samba da Murixaba part. Mestre Sapo
22h . Sessão Solene e Coquetel
23h . Serenô – sambas e afins
1h50 . Samba de Roda
02h20 . Forró com Areia Branca

***    TRAJE: Fino ou esporte fino.
Programação sujeita à alterações.
Na Sociedade, a partir das 19h, será cobrado ingresso
no valor de R$ 10,00 e R$ 8,00 (com flyer) ***

APOIO CULTURAL
Cumbuca Cheia . Flávia Alves    |    Caroline Lipca . Assessoria de Imprensa    |    Caroline «Mema» Blum    |    Elisandro Dalcin . fotografia    |    Leco de Souza . fotografia    |    Paralelo Centro . fotografia    |    Anaterra Viana . fotografia    |    NEAB . Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros UFPR    |    Santa Produção!    |    Verdura Produções    |    Meio-Fio Cultural    |    Dimas    |    Maracatu Estrela do Sul    |    Voa Voa Maracatu Brincante    |    Grupo Capoeira Angola Resistência e Arte    |    ACAP . Associação Capoeira Angola Dobrada    |    Grupo Capoeira Nação    |    Ile Ase Aira Kiniba . Pai Jorge Kibanazambi    |    Serenô – sambas e a afins    | Samba da Murixaba . Pai Israel    |    Forró Areia Branca    |    Mundaréu

AJUDE A FAZER ESTA FESTA AINDA MAIS BONITA!
PASSE ESTE E-MAIL PARA FRENTE!

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SERVIÇO
Sociedade Treze de Maio – 121 anos de memória
13 de maio de 2009
Programação com início às 16h

Ingresso: R$10,00 – R$8,00 com Bônus.
Local: R. Clotário Portugal, 274 – S. Francisco
Info.: 41 9905 3836 | 41 9198 6607





Ao Pé do Fogo – Tambor de Crioula – Grupo de Estudos

31 03 2009

Ao pé do fogo

AO PÉ DO FOGO – TAMBOR DE CRIOULA
Em 2003 o grupo Mundaréu chegou a Curitiba trazendo de São Luis o terno de tambores próprio da brincadeira do Tambor de crioula maranhense. Vieram junto com eles, muita vontade de brincar e algum conhecimento no assunto.Em encontros dominicais fomos criando um espaço de troca em torno da festa.O mesmo prazer em brincar contagiou o grupo de pessoas presentes , do qual faziam parte  oficineiros ,  artistas da cidade e curiosos.Em poucos meses estas praticas tomaram o formato de festa invadindo o calçadão do Largo da Ordem.Durante esse caminho veio morar em Curitiba  Ângelo Maranhão , percussionista , que também coloca sua parelha de tambores para brincar.O objetivo do Ao pé do fogo-Tambor de Crioula é continuar investigando o Tambor dentro da nossa realidade.Conversar, ouvir, ler, assistir, tocar, cantar, dançar, comer e beber juntos na tentativa de preencher lacunas deixadas pela falta de proximidade com os sofisticados artistas que vivem o tambor no Maranhão.Além de tentar descobrir que vontade é esta que faz Curitiba vibrar diante de uma fogueira  e  uma brincadeira de tambor.

TAMBOR DE CRIOULA
O tambor de crioula é forma de expressão de matriz afro-brasileira que envolve brincadeira, dança, canto e percussão de tambores. Seja ao ar livre, nas praças, no interior de terreiros, ou então associado a outros eventos e manifestações, é realizado sem local específico ou calendário pré-fixado e praticado em louvor a São Benedito.  Embora não se possa precisar com segurança suas origens históricas, é possível encontrar, dispersas em documentos impressos e na memória dos mais velhos, referências a cultos lúdico-religiosos realizados ao longo do século XIX por escravos e seus descendentes enquanto forma de lazer e resistência ao contexto opressivo do regime de trabalho escravocrata.
Os tocadores ,cantadores e dancadores, também denominados coreiros e coreiras, são conduzidos pelo ritmo dos tambores e o influxo das toadas evocadas, culminando na punga (ou umbigada) – movimento da brincadeira no qual as coreiras, num gesto entendido como saudação e convite, tocam o ventre umas das outras.  Em 20 de novembro de 2007 o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reconheceu e registrou o Tambor de crioula como patrimônio imaterial brasileiro Esse registro do patrimônio imaterial equivale ao tombamento que reconhece e protege os bens e monumentos considerados como patrimônio material.

TEMAS
27/05 – Meiåo, crivador e tambor grande: conversa de tambor


07/06 – Festa de encerramento – sábado às 16h


INFORMAÇÕES:
Espaço Terreirão do Mundaréu
Rua Domingos Nascimento, 149 – São Francisco
(41) 3079-8408 / 9203-7315
mundareu@mundareu.com.br





Novidades para as oficinas!!!

21 08 2008

ATENÇÃO!!!

As oficinas “Voz na Arte do Povo do Brasil”, “Bordando e Cantando” e “Consciência Corporal” iniciarão a partir do dia 03 de Setembro.

Informações também podem ser obtidas diretamente com os ministrantes

Thayana Barbosa (41) 3254 3856

Itaercio Rocha (41) 9113-6827

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Terreirão do Mundaréu (41) 3079-8408 ou 9203-7315

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Informações e Inscriçoes para as oficinas de Percussão e a Capoeira diretamente com Carlinhos Ferraz (41) 9169 8384 / 3352 1528





Oficinas do Terreirão

10 08 2008
oficinas do terreirão

oficinas do terreirão

Espaço Cultural Terreirão do Mundaréu


O Terreirão do Mundaréu é um espaço cultural que tem como proposta abrigar atividades sobre a arte do povo do Brasil e outras artes e ciências em geral. É a sede do grupo, local de ensaio e onde são ministradas oficinas regulares do Mundaréu e de seus integrantes. Além de oficinas, neste espaço o grupo oferece ao público em geral: visita orientada junto ao acervo, visita monitorada para escolas, apresentações, festas e eventos.

OFICINAS:


Voz na Arte do Povo do Brasil

Experimentar a voz como acontece na Arte do povo do Brasil – em rodas de cirandas, cocos e cacuriás, em palhaçadas de bois-bumbás, falas de Reis do Congo, em gritos de cazumbás – investigando por timbres de terreiros, quadras e manguezais, vozes urbanas e campezinas, das feiras, festas e carnavais.

Professores: Grupo Mundaréu – Melina Mulazani, Thayana Barbosa, Itaercio Rocha e Daniella Gramani.
Coordenação: Itaercio Rocha

Início: 27 de agosto de 2008
Término: 26 de novembro de 2008
sempre às quartas-feiras
das 18:30 às 21:00 horas

Custos:
R$: 150,00 (parcela única) ou 3 vezes de R$: 60,00

inscrições e informações:
(41) 3079-8408 (Terreirão) 9203-7315 (Melina)
mundareu@mundareu.com.br

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Consciência Corporal
Ministrante: Itaercio Rocha

Início: 02 de Setembro de 2008
Término: a definir
Terças e quintas das 18:00 às 19:30hs

Custos:
R$: 65,00 (para duas aulas por semana)
R$: 40,00 (para uma aula por semana)

Inscrições e informações:
(41) 3079-8408 (Terreirão) 9113-6827 (Itaercio)
mundareu@mundareu.com.br

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Bordando e Cantando

Nos canaviais, engenhos, colheitas, cidade, nas margens dos rios o canto sempre esteve presente, embalando a labuta e aliviando a dor. O trabalho, por mais simples ou mais pesado que seja, faz-se melhor se ritmado ao som de uma cantiga. Assim a oficina “bordando e cantando” abre a roda com seu balaio de cantigas, e oferece um espaço de experimentação e criação através do bordado e da cantoria.

Ministrantes: Thayana Barbosa e Itaercio Rocha

Início: 04 de Setembro de 2008
Término: a definir
Quintas das 19:30 às 21:00hs

Custos:

R$: 40,00 (mensal)

Inscrições e informações:
(41) 3254-3856 (Thayana) / 9113-6827 (Itaercio)
mundareu@mundareu.com.br

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Grupo Capoeira Angola Resistência e Arte
Segundas, quartas e sextas das 19:30 às 21:30hs

Percussão
Quintas das 21:00 às 22:00hs

Ministrante:
Carlinhos Ferraz
Iniciou seus estudos com a capoeira em 1989 em Olinda (PE), no Centro esportivo Gunga Mestre Sapo. Logo depois fundou o Grupo Capoeira Angola Mãe em Curitiba. Em 1997, é reconhecido como treinél por seu mestre. Participou do grupo de dança frevo capoeira e passo, Olinda Pernambuco, neste mesmo ano participa como musico e dançarino do espetáculo musical, nau catarineta, dirigido por Erasto Vasconcelos , apresentando-se em vários eventos de Pernambuco. Desde então ensina a arte da Capoeira Angola para vários alunos em Curitiba, desenvolvendo um trabalho de 5 anos em centros acadêmicos da UFPR, comunidades e escolas de arte.
Idealizador do Projeto Resgatando a Capoeira Angola, é um dos fundadores do Grupo Resistência e Arte, desenvolve um trabalho misturando o coco de roda, o frevo, o samba e a capoeira , é rabequeiro e compositor do grupo jangada ligeira.

Informações sobre preços e inscrições:
Carlinhos (41) 9169 8384 / 3352 1528





Mundaréu ministra oficina e faz Show no Festival de Inverno de Ouro Preto

2 07 2008

Grupo Mundaréu

Mundaréu ministra oficina e faz Show no Festival de Inverno de Ouro Preto

Entre os dias 14 e 19 de Julho o Mundaréu fará a oficina de Autos Populares dentro da programação do Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana, promovido pela UFOP na cidade de Ouro Preto (MG).
No dia 15 de Julho, a partir da 21hs, o grupo recebe André Abujamra para a apresentação do Forféu do Mundaréu, no palco principal do Festival.

A oficina…
A proposta da oficina é a criação de um auto popular, tendo como ponto de partida elementos básicos de diferentes autos tipicamente brasileiros: a quadrilha, os cordões de bichos, a congada e o bumba-boi. Ou seja, a intenção é povoar o imaginário do público, tendo como ferramenta recursos culturais do povo brasileiro: seus sons, personagens, histórias e imagens. Nessa oficina, o processo de concepção de um auto popular será forjado através de uma construção coletiva que inclui a composição das toadas, a aprendizagem de toques e batuques, a construção dos bonecos, cenários, adereços e a manipulação e construção de instrumentos musicais com materiais de reciclagem.
Para esta oficina, o Mundaréu conta com o apoio de Pedro Solak, arte-educador e percussionista curitibano, pesquisador da Cultura Popular e integrante de vários grupos que praticam e estudam ritmos brasileiros.

Mais informações no site:
http://www.festivaldeinverno.ufop.br/2008/





DEGUSTAÇÃO – 17 DE MAIO

14 05 2008

DEGUSTAÇÃO MUNDARÉU

CONFIRA AS OFICINAS NOS POSTS ABAIXO

O que é?
O Degustação Mundaréu é uma amostra de algumas das oficinas que são ministradas no Espaço Terreirão do Mundaréu em suas programações semestrais. É uma excelente oportunidade de realizar workshops que envolvem a musicalidade, a expressão corporal e a beleza do vasto mundo da Cultura Popular Brasileira.

Onde?
Espaço Cultural Terreirão do Mundaréu.
Rua Domingos do Nascimento, 149 – São Francisco (próximo ao Cemitério Municipal).

Quando?
Dia 17 de Maio de 2008.

Quanto?
Cada Oficina custa R$: 20,00.

Contatos e inscrições: (41) 3079-8408 (terreirão) / 9623-6796 ou mundareu@mundareu.com.br.

Para se inscrever basta enviar um e-mail com as seguintes informações:

Nome Completo, Telefone de Contato, E-mail e Oficinas que Deseja Realizar





Voz na Cultura do Povo do Brasil

14 05 2008

Voz na Cultura do Povo do Brasil – 14:00/16:00hs

Experimentar a voz como acontece na cultura do povo do Brasil – em rodas de cirandas, cocos e cacuriás, em palhaçadas de bois-bumbás, falas de Reis do Congo, em gritos de cazumbás.
Investigando por timbres de terreiros, quadras e manguezais, vozes urbanas e campezinas, das feiras e carnavais, cantando, tocando, dançando, procurando como se traz pra dentro da alma da gente, cantos de amor, de guerra e paz.
Número de vagas: 20 alunos.

Ministrante: Grupo Mundaréu

Formado por Itaercio Rocha, Melina Mulazani, Thayana Barbosa e Daniella Gramani, pretende povoar o imaginário do público com sons, personagens, histórias e imagens, fazendo uso dos recursos culturais do povo brasileiro. O grupo foi criado em 1997, e em 1998 estreou seu primeiro show, “Cutuca Rapaziada”. Montou “Guarnicê, uma singela opereta popular”, baseada nas formas de Bumba Boi. Já gravou 3 CDs: “Guarnicê”, “Embala Eu” e “Cortejo Natalino”, e realizou em Março de 2007 o lançamento do seu 1º DVD “As Aventuras da Viúva Alucinada”. Já participou de diversos eventos de arte pelo Brasil e se apresentou nos estados do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão, Piauí, Bahia, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e Alagoas.





Frevo Capoeira e Passo

14 05 2008

Frevo Capoeira e Passo (2h) – 14:00/16:00hs

A Oficina frevo, capoeira e passo é uma mistura de passos, gingas e outros trupés. Uma preparação para o carnaval, aonde o folião poderá ficar por dentro da salada de ritmos que essa festa nos dá.
Número de vagas: 10 alunos.

Ministrante: Carlinhos Ferraz
Carlinhos Ferraz chegou a Curitiba em 1998 para dar aulas de capoeira. Participou do grupo Capoeira Angola Mãe e do grupo de dança Frevo, Capoeira e Passo, em Olinda, Pernambuco. Neste mesmo grupo participa como músico e dançarino do espetáculo musical Nau catarineta, dirigido por Erasto Vasconcelos, apresentando-se em vários eventos em Pernambuco.
Em Curitiba ministra aulas na cidade, e se apresenta com seu grupo de capoeira angola Resistência e Arte, promovendo todos os anos festas, encontros e oficinas culturais. Como rabequeiro lidera o Forró de rabeca, animando as festas de Curitiba e região.





Rabeca

14 05 2008

Oficina de Rabeca – 11:00/12:30hs

O objetivo da oficina é oportunizar o primeiro contato com este instrumento tão brasileiro. A rabeca, muitas vezes comparada com o violino, é um instrumento de corda que aparece em várias manifestações artísticas do povo brasileiro, tal como no cavalo marinho (PE), fandango (SP e PR) e folias de reis espalhadas pelo Brasil. Sua fama não é fácil! Ela é considerada um instrumento de difícil execução, pois não possui trastes, traços que marcam a posição exata dos dedos. Por isso quem toca rabeca acaba desenvolvendo um bom ouvido musical. Uma das principais características desse instrumento é a não-padronização, isto é, cada rabeca, por conta das diversas formas de construção encontradas no Brasil, possui um som diferente, peculiar e próprio. É como se cada instrumento desses tivesse uma voz diferente, fato que estimula a criatividade musical dos rabequeiros. Para essa oficina não é preciso possuir rabeca, pois há instrumentos no local. Além de algumas técnicas básicas de execução também será atividade dessa oficina a audição de CD’s de rabequeiros.

Número de vagas: 10 alunos.

Ministrante: Daniella Gramani
É formada em Educação Artística com Habilitação em Música e especialista pelo curso de “Fundamentos da MPB”, ambos ofertados pela Faculdade de Artes do Paraná. É cantora, rabequeira e integra os grupos Noivas do Allfreddo (trio vocal feminino) e Mundaréu. É professora de rítmica, canto, teoria musical e solfejo. De seu trabalho com Cultura Popular resultaram dois livros dos quais é uma das organizadoras: “Rabeca: o Som Inesperado” (2002) e “Museu Vivo do Fandango” (2006). Atualmente cursa mestrado na área de Musicologia Histórica na UFPR.





Corpo e Cultura Popular Brasileira

14 05 2008

Corpo e Cultura Popular Brasileira (2h) – 11:00/12:30hs

A oficina Corpo e Cultura Popular Brasileira oferece uma vivência corporal fundamentada nos princípios básicos de danças populares brasileiras como:  Cacuriá – oriundo dos festejos do Divino Espírito Santo/ MA, Coco de Roda de todo o nordeste, a Ciranda e o Frevo pernambucano, o Samba e a dança do Bumba-meu-boi, presentes em todas as regiões geográficas do país.  A oficina objetiva retirar da cultura popular brasileira, elementos que sirvam para a pesquisa corporal pessoal; levar o oficineiro a entrar em contato com o rico universo simbólico dos gestos existentes nas danças populares do Brasil, conhecendo assim, os fundamentos básicos destas danças, vivenciando aspectos relativos à integração e coletividade que nelas podemos encontrar; investigar sobre as origens das danças brasileiras e folgar corpo e alma com os elementos lúdicos e divinos que elas possuem.
Número de vagas: 20 alunos.

Ministrante: Itaercio Rocha
Formado em Educação Artística com Habilitação em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes do Paraná e em Dança Contemporânea pela Escola Angel Vianna (RJ). É ator, bonequeiro, diretor, dramaturgo, bailarino, cantor, compositor e percussionista. Co-Autor dos livros “Como diz o Ditado” e “Como é Bom Festa Junina III”, ambos com Mara Fontoura. Em 2006 lançou o seu 1º CD solo e Autoral de produção independente intitulado Chegadim.





Percussão Brasileira – Iniciantes

14 05 2008

Percussão Brasileira – Iniciantes – 9:00/10:30hs


A oficina de percussão brasileira iniciante é uma oportunidade de brincar com os instrumentos e frases musicais mais tradicionais e básicas da música brasileira. O pandeiro, o ganzá, o triângulo entre outros induzem o participante a brincar, cantar e dançar e assim descobrir como esta prática relaxa, integra, alegra e intensifica o contato consigo mesmo e com sua sensação pessoal de ser brasileiro.
Número de vagas: 20 alunos.

Ministrante: Melina Mulazani
Iniciou sua carreira como atriz em Curitiba em 1987, no Grupo de Teatro Lusco-Fusco, indo duas vezes em turnê para a Argentina. Através do Coral Brasileirão inicia sua carreira como cantora e funda em 1995 o trio Vocal Noivas do Allfreddo. Está no Mundaréu há dez anos, onde canta, dança, atua e toca percussão. Desenvolve um trabalho de consciência corporal baseado na Técnica Alexander, com o qual ministra aulas desde 1997, atuando também na preparação corporal e vocal de espetáculos de teatro. Como percussionista já atuou ao lado de músicos como Pedro Amorim, João Egashira, Cláudio Menandro e Alexandre Nero.





Oficina de Bordado na Cultura Popular

14 05 2008

Oficina de Bordado na Cultura Popular– 9:00hs/10:30hs


Nos canaviais, engenhos, colheitas, cidade, nas margens dos rios o canto sempre esteve presente, embalando a labuta e aliviando a dor. O trabalho, por mais simples ou mais pesado que seja, faz-se melhor se ritmado ao som de uma cantiga. Assim a oficina “bordando e cantando” abre a roda com seu balaio de cantigas, e oferece um espaço de experimentação e criação através do bordado e da cantoria.
Número de vagas: 20 alunos.

Ministrante: Thayana Barbosa
Nasceu em Campo Grande (MS) onde iniciou seus estudos musicais aos 9 anos de idade, com canto coral, piano, teoria musical e prática de orquestra. Formou-se em Licenciatura em Música pela Faculdade de Artes do Paraná e atualmente ministra aulas de Linguagem e Estruturação Musical no Conservatório de MPB de Curitiba.
Integrante do Grupo Mundaréu desde 2002, direcionou seus estudos musicais e pesquisa à Cultura Popular Brasileira. Gravou o CD “Pum catapum timbum: baile de primeira idade” onde interpreta canções infantis com poemas do artista plástico e poeta Retta Rettamozo. Também vem se aventurando e se deleitando em compor, composições essas, que estarão presentes em seu mais recente trabalho com o músico, arranjador e produtor musical, Jorge Falcón: “TEXTURAS”.